Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios
Avaliação do PNDFCI:
- PNFCI Sumário Executivo 2006/2012 [PDF 662 KB];
- PNFCI Relatório Final 2006/2012 [PDF 3,4 MB];
- PNFCI Relatório Final 2006/2012 - Anexos [PDF 1,1 MB]
Monitorização do PNDFCI:
- Listagem do ponto de situação dos PMDFCI (report a 28fev2018) [PDF 378 KB];
- Monitorização do PNDFCI - Relatório Final 2011/2012 [PDF 772 KB]
- Monitorização e Avaliação do PNDFCI - Relatório Final 2009/2010 [PDF 4,7 MB]
- Acompanhamento e Avaliação do PNDFCI - Relatório Final 2007/2008 [PDF 2,8 MB]
- Estudo de Monitorização e Avaliação do PNDFCI - Relatório Final 2006 [PDF 2,6 MB]
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- Resolução do Conselho de Ministros n.º 59/2017 - Diário da República n.º 88/2017, Série I de 2017-05-08.
A Presidência do Conselho de Ministros aprova o Programa Nacional de Fogo Controlado que estabelece o primeiro plano nacional de fogo controlado, de acordo com a Estratégia Nacional para as Florestas a (ENF), que prevê o delineamento de um Plano Nacional de Gestão Integrada do Fogo e prosseguindo os objetivos fundamentais estratégicos do Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PNDFCI), tais como, a redução da superfície florestal ardida, concentrando o esforço de gestão de combustíveis na criação de soluções de continuidade, compartimentando a paisagem, evitando a progressão ininterrupta do fogo e contribuindo para a redução das grandes áreas ardidas, privilegiando a utilização de técnicas com uma relação custo benefício mais vantajosa e menos onerosa como o fogo controlado.
- Resolução do Conselho de Ministros n.º 65/2006, de 26 de maio,
Aprova o Plano Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios (PNDFCI).
Com o PNDFCI define-se uma estratégia e um conjunto articulado de ações com vista a fomentar a gestão ativa da floresta, criando condições propícias para a redução progressiva dos incêndios florestais.
Para alcançar os objetivos, ações e metas consagradas no PNDFCI, preconizam-se intervenções em 3 domínios prioritários: prevenção estrutural, vigilância e combate.
Assim, são identificados 5 eixos estratégicos de atuação:
- aumento da resiliência do território aos incêndios florestais;
- redução da incidência dos incêndios;
- melhoria da eficácia do ataque e da gestão dos incêndios;
- recuperar e reabilitar os ecossistemas; e
- adaptação de uma estrutura orgânica e funcional eficaz.
O PNDFCI acentua a necessidade de uma ação concreta e persistente na política de sensibilização, no aperfeiçoamento dos instrumentos de gestão do risco, bem como no desenvolvimento de sistemas de gestão e de ligação às estruturas de prevenção, deteção e combate, reforçando a capacidade operacional. O reforço do número de unidades da capacidade operacional dos sapadores florestais, o papel da GNR e a melhoria da capacidade de intervenção dos Bombeiros visará garantir a redução gradual do tempo de resposta da 1ª intervenção.
As mudanças estruturais propostas, que deverão sentir-se progressivamente até 2012, com o incremento de uma nova politica florestal (prevenção estrutural) e com novos métodos de organização ao nível da 1.ª intervenção e combate, fazem antever a possibilidade de serem conseguidos os objetivos propostos de defesa efetiva da floresta contra incêndios.
O PNDFCI consagra as decisões que têm sido tomadas pelo Governo, nomeadamente:
- Zonas de Intervenção Florestal (ZIF);
- Revisão do Programa de Sapadores;
- Revisão do quadro contraordenacional do uso do fogo;
- Medidas tendentes à regularização da situação jurídica dos prédios rústicos sitos em áreas florestais;
- Estratégia para a recuperação das áreas ardidas;
- Redução do IVA de 21% para 6% nas operações de silvicultura preventiva; e
- Possibilidade de aumento do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) por parte das câmaras municipais.
U.A.: 2018-10-17
