Informação Geral

Informações e conselhos úteis para visitar o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV). Quando visitar. Pontos de interesse. Mapa.
 

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Na planificação da sua visita deverá ter em consideração as recomendações descritas no Código de Conduta e Boas Práticas [PDF 1,6 MB] das e dos visitantes nas Áreas Protegidas, bem como os conselhos úteis que apresentamos em "Relacionados", à esquerda desta página, para melhor desfrutar da sua visita.

Ficam aqui algumas sugestões para a realização de percursos pedestres e de automóvel ou ainda roteiros subaquáticos, bem como a identificação dos locais mais emblemáticos e outros pontos de interesse, que poderá visitar de modo a que possa desfrutar o melhor possível da beleza extraordinária da paisagem, consolidar conhecimentos e divertir-se durante a visita.
 
Se optar por andar a pé, os percursos sinalizados permitem-lhe um contacto mais direto com a natureza e, simultaneamente, conhecer valores do património natural, paisagístico e cultural.
 

Antes de fazer qualquer caminhada, consulte a Área Protegida para obter mais informações sobre os percursos, incluindo o seu estado de conservação.

Informa-se que o ICNF não se responsabiliza por quaisquer problemas que possam surgir no decorrer dos percursos sugeridos.
 

 

O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina estende-se por uma faixa estreita do litoral sudoeste de Portugal, costa sudoeste, entre S. Torpes e Burgau, com uma extensão de 110 km. A costa sudoeste, como, por vezes, é denominada esta zona, corresponde a uma área de interface mar-terra com características muito específicas que lhe conferem uma elevada diversidade paisagística, incluindo alguns biótopos que suportam uma elevada biodiversidade, tanto florística como faunística.

Os cursos de água são essenciais para a sustentação de elevado número de espécies da flora e da fauna, incluindo algumas espécies de peixes prioritárias e endémicas. As suas galerias ripícolas (i.e. das margens dos cursos de água) constituem um biótopo relevante para a migração de passeriformes transarianos, bem como para a alimentação e refúgio de várias espécies de mamíferos. Mas não menos importantes são alguns estuários com as suas zonas de "nursery" para várias espécies de peixes, como biótopo privilegiado de alimentação, repouso e nidificação para aves migradoras.

 

Pontos de interesse

Em termos de paisagem trata-se de uma faixa litoral marginada por um planalto costeiro com falésias abruptas e muito recortadas que escondem pequenas praias de areia.

Acrescentem-se troços de arriba baixa, cordões dunares, um infindável cortejo de ilhotas e recifes, a ilha do Pessegueiro, o estuário do Mira, o cabo Sardão, o promontório de Sagres... Os xistos de Arrifana e Odeceixe e os calcários de Sagres contrastam com sistemas dunares tão diversos quanto os de Milfontes ou do Sardão.

PNSACV - Ilha do Pessegueiro Cabo Sardão - cegonha branca (1) - CGV
Ilha do Pessegueiro | Cabo Sardão com cegonhas-branca  Ciconia ciconia (® Cristina Girão Vieira).

 

Quando visitar?

O Parque pode ser visitado durante todo o ano, sendo particularmente interessante o outono (início de outubro) na zona de Sagres / cabo de S. Vicente para observação de aves migradoras que por ali passam aos milhares. 
 
 

Mapa


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PNSACV mapa com legenda 221-661