Informação Geral
Na planificação da sua visita deverá ter em consideração as recomendações descritas no Código de Conduta e Boas Práticas [PDF 1,6 MB] das e dos visitantes nas Áreas Protegidas, bem como os conselhos úteis que apresentamos em "Relacionados", à esquerda desta página, para melhor desfrutar da sua visita.
Antes de fazer qualquer caminhada, consulte a Área Protegida para obter mais informações sobre os percursos, incluindo o seu estado de conservação.
- Arribas e Recifes [PDF 970 KB] - folheto
- Floresta autóctone [PDF 1,6 MB] - folheto
- Zonas fluviais interditas à pesca [PDF 3,7 MB] - folheto
- Zonas marítimas interditas à pesca [PDF 3,5 MB] - folheto
- "Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina" Natural Park [PDF 700 KB] - leaflet
O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina estende-se por uma faixa estreita do litoral sudoeste de Portugal, costa sudoeste, entre S. Torpes e Burgau, com uma extensão de 110 km. A costa sudoeste, como, por vezes, é denominada esta zona, corresponde a uma área de interface mar-terra com características muito específicas que lhe conferem uma elevada diversidade paisagística, incluindo alguns biótopos que suportam uma elevada biodiversidade, tanto florística como faunística.
Os cursos de água são essenciais para a sustentação de elevado número de espécies da flora e da fauna, incluindo algumas espécies de peixes prioritárias e endémicas. As suas galerias ripícolas (i.e. das margens dos cursos de água) constituem um biótopo relevante para a migração de passeriformes transarianos, bem como para a alimentação e refúgio de várias espécies de mamíferos. Mas não menos importantes são alguns estuários com as suas zonas de "nursery" para várias espécies de peixes, como biótopo privilegiado de alimentação, repouso e nidificação para aves migradoras.
Pontos de interesse
Em termos de paisagem trata-se de uma faixa litoral marginada por um planalto costeiro com falésias abruptas e muito recortadas que escondem pequenas praias de areia.
Acrescentem-se troços de arriba baixa, cordões dunares, um infindável cortejo de ilhotas e recifes, a ilha do Pessegueiro, o estuário do Mira, o cabo Sardão, o promontório de Sagres... Os xistos de Arrifana e Odeceixe e os calcários de Sagres contrastam com sistemas dunares tão diversos quanto os de Milfontes ou do Sardão.
Ilha do Pessegueiro | Cabo Sardão com cegonhas-branca Ciconia ciconia (® Cristina Girão Vieira).
Quando visitar?
Mapa
Clique na imagem para aumentar [JPG 120 KB]
