Por Terras de Montalegre

Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). Percursos turísticos para automóvel ou autocarro por estrada nacional ou florestal, tendo como horizonte as terras de Barroso. Breve descrição. Pontos de interesse. Mais informações. Mapa.
Fojo de Fafião
Fojo de Fafião.
 
 

Na planificação da sua visita deverá ter em consideração as recomendações descritas no Código de Conduta e Boas Práticas [PDF 1,6 MB] das e dos visitantes nas Áreas Protegidas, bem como os conselhos úteis que apresentamos em "Relacionados", à esquerda desta página, para melhor desfrutar da sua visita.

 
Acesso:
a) Braga, Salamonde, Fafião, Pincães, Cabril, Paradela, Outeiro, Paredes do Rio, Covelães, Pitões das Júnias, Tourém; ou
b) Braga, Salamonde, Ruivães, Paradela, Outeiro, Paredes do Rio, Covelães, Pitões das Júnias, Tourém.
 
Ponto de partida e chegada: Braga ou Montalegre.
Extensão: 100 km.
Duração: 2h.
Dificuldade: reduzida.
Apoios: sinalização rodoviária, painéis informativos nas entradas principais locais do Parque Nacional (Fafião, Cabril, Venda Nova, Paradela do Rio, Outeiro, Sezelhe, Pitões, Tourém).;
 
Percursos turísticos para automóvel ou autocarro por estrada nacional ou florestal, tendo como horizonte as terras de Barroso. 
 
 

Pontos de interesse

PNPG - Pitões das Júnias - mosteiro PNPG - Tourém - forno 257-180 pxl
As ruínas do mosteiro de Santa Maria de Pitões das Júnias e o forno comunitário de Tourém.

Fafião - para além da aldeia, poderá ser visitado o Fojo do lobo, estrutura tradicional que era utilizada nas batidas ao lobo. O fojo do lobo era uma armadilha usada no passado pelas populações para atrair e matar o lobo-ibérico Canis lupus que tem neste Parque Nacional um dos seus últimos refúgios. Trata-se de uma espécie com o estatuto de proteção de "em perigo" de extinção. Segundo ÁLVARES, et al (2000), os fojos, na maioria dos casos construídos em pedra, serão, talvez, o símbolo máximo das manifestações culturais a nível ibérico da relação, tantas vezes fatal para o lobo, entre as populações humanas e aquele predador. "São estruturas cuja construção envolveu um enorme esforço e grande número de pessoas, sendo, também, verdadeiros monumentos de elevado valor etnográfico, cultural e científico." A nível mundial, o norte da Península Ibérica parece ser a região onde existem fojos em maior número e variedade". "De acordo com a sua tipologia e modo de utilização existem 5 tipos distintos de fojos: o Fojo simples; o Fojo de Cabrita; o Fojo de paredes convergentes; o Fojo de alçapão; e o “Corral”. À exceção do fojo simples, com distribuição generalizada, as restantes estruturas distribuem-se maioritariamente nas serras agrestes do nor-noroeste Ibérico, estando, aparentemente, ausentes nas zonas baixas e planálticas mais humanizadas". (in Os Fojos dos Lobos na Península Ibérica. Sua Inventariação, Caracterização e Conservação.
 
Pincães - pedra de água e aldeia de Pincães.
 
Outeiro - panorâmica sobre a albufeira de Paradela.
 
Paredes do Rio - poderá visitar:
PNPG - prados de lima 118 - 180 pxl

- o Complexo Hidráulico de Paredes do Rio (contacte a Associação Social e Cultural de Paredes do Rio, em Montalegre) - estrutura tradicional que integra um gerador de eletricidade, uma serra, um pisão e um moinho, embora só o moinho continue a ser utilizado pela comunidade;
- o núcleo de moinhos de água (através de um pequeno percurso pela aldeia); e
- os prados de lima (sistema de irrigação tradicional) - estes são prados em que a água escorre continuamente por eles, formando uma espécie de lâmina fina. Este tipo de rega permite manter uma temperatura nos prados que impede a formação de gelo no inverno, sendo, pois, uma estratégia de uso do solo bem adaptada às condições climatéricas. Localmente, diz-se que a água "lima" estes prados, daí o nome. 

Travassos do Rio - destaca-se a corte do boi do povo. 

Pitões das Júnias - para além da povoação, recomenda-se a visita às ruínas do Mosteiro de Sta. Maria das Júnias, cujo acesso é feito a pé e integra um percurso pedestre mais alargado. O Mosteiro de Santa Maria de Pitões das Júnias foi fundado no séc. XII, sendo inicialmente beneditino, aderiu à reforma de Cister. Pobre na origem, foi adquirindo alguns rendimentos na região de Barroso e na Galiza. Da construção original ainda se conservam o pórtico lateral da igreja, singelo e de estilo românico, e o lançamento discreto das arcadas do claustro, em ruínas. Nas velhas paredes do mosteiro habitam agora alguns lagartos, tais como o maior lagarto da fauna portuguesa, i.e. o sardão Lacerta lepida.
 
Tourém - para além da aldeia, sugere-se a visita ao forno comunitário.
 
 

Mais informações

Associação Social e Cultural de Paredes do Rio
Paredes do Rio | 5470-092 MONTALEGRE
Tel.: +351 276 565 050 | E-mail: ascparedesdorio@hotmail.com
 
 

Mapa

 
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