Informação Geral

Reserva Natural do Paul do Boquilobo (RNPB). Informação e conselhos úteis para visitar a Reserva. Pontos de interesse. Mapa.

Quando visitar?
Pontos de interesse
Mapa

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Na planificação da sua visita deverá ter em consideração as recomendações descritas no Código de Conduta e Boas Práticas [PDF 1,6 MB] das e dos visitantes nas Áreas Protegidas, bem como os conselhos úteis que apresentamos em "Relacionados", à esquerda desta página, para melhor desfrutar da sua visita.

Ficam aqui algumas sugestões para a realização de percursos pedestres, bem como a identificação dos locais mais emblemáticos e outros pontos de interesse, que poderá visitar de modo a que possa desfrutar o melhor possível da beleza extraordinária da paisagem, consolidar conhecimentos e divertir-se durante a visita.
 
Antes de fazer qualquer caminhada, consulte a Área Protegida para obter mais informações sobre os percursos, incluindo o seu estado de conservação.  
 
Informa-se que o ICNF não se responsabiliza por quaisquer problemas que possam surgir no decorrer dos percursos sugeridos.
 

Quando visitar?

A melhor época para observação da avifauna da Reserva vai do fim do outono ao fim da primavera. No Centro de Interpretação da Reserva poderá assistir a um filme e uma pequena exposição permanente.
 
 

Pontos de interesse

Centro de Interpretação da Reserva Natural do Paul do Boquilobo - ponto de partida para o percurso pedestre, nele poderá ver uma exposição permanente e visionar um filme sobre esta Área Protegida.

Observatório - a partir deste poderá reconhecer as diferentes espécies que existem nesta Área Protegida, sendo a melhor época para tal desde o inicio do outono ao final da primavera.

Garçal

Colónia de garças - na primavera forma-se uma importante colónia de garças e colhereiros, vindos em parte de África, para se reproduzirem nesta zona.

Salgueiral - comunidades vegetais mais frequentes desta zona húmida, que revestem as principais linhas de água.

Campos agrícolas - a fertilidade dos terrenos de aluvião permite uma agricultura intensa e rendável sendo especialmente dominada pelo milho para grão.

Quinta do Paul do Boquilobo - pertenceu à Ordem dos Templários e à Ordem de Cristo. Em 1432, foi doada em sesmaria por D. João I ao Infante D. Henrique, que a cedeu a D. Fernando Castro. Do aproveitamento recente (séc. XX), sabe-se que no tempo em que D. João de Noronha (anos 50 até meados da década de 60) tomou os terrenos por sua conta terão dado milho, tomate e melão. Uma vez arrendada a Ricardo Mendes Gonçalves (mais conhecido por Cristo), este explorou o bunho e junca (que serve de atador nas vinhas), tendo ainda cultivado tomate, melão e milho. Desde a década de 70, data de início da gestão do Sr. Ortigão Costa a Quinta passou a produzir, quase em exclusivo, o milho. O núcleo edificado desta quinta compreende casas de habitação e diversas construções agrícolas, existindo registos da sua existência já no século XVII. A antiga capela da Nossa Senhora da Graça foi substituída pela designada Ermida velha.

Quinta do Paul do Boquilobo Quinta de Mato Miranda
A quinta do Paul do Boquilobo e a quinta de Mato Miranda.

Quinta de Mato Miranda - foi uma das propriedades da Casa de Rio Maior, da qual é descendente o atual proprietário, Engenheiro João Vicente Saldanha - Marquês de Rio Maior. A Quinta esteve arrendada a João Coimbra até início dos anos 20. O arrendamento não foi renovado e o proprietário, avô do Sr. Marquês, inicia a administração direta da Quinta. Entretanto o tio do Sr. Marquês, José Pedro, forma-se em Agronomia e a sua primeira decisão foi fazer uma vinha situada à entrada da Quinta. No século XIX existia apenas um celeiro, já muito antigo, à entrada do qual, na verga da porta, ainda se inscrevem os seguintes dizeres: Conde de Rio Maior 1877. Na época o grande local e centro de lavoura era a Quinta de S. João da Ventosa, local no qual terá havido um palácio. Essa casa terá ardido e só lá terão ficado os escombros e a Capela, que não ardeu porque era separada da casa. As restantes construções, que permanecem atualmente, datam já da primeira metade do século XX.

Quinta da Broa - antigamente denominada por Quinta do Almonda, terá pertencido à família de Zarco da Câmara.  Esta quinta foi adquirida no século XIX pelos irmãos Manuel e Rafael José da Cunha. Este último conhecido pela sua prosperidade e generosidade em oferecer broa aos necessitados fez com que a Quinta do Almonda ficasse conhecida até hoje como Quinta da Broa.

Mapa

RNPB - mapa com legenda 

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